A eliminação do Botafogo diante do Barcelona-EQU, antes mesmo da fase de grupos da Libertadores, é a consequência de problemas que passam pela parte técnica, mas também escracham os problemas administrativos da SAF comandada por John Textor.
A realidade para o time que só saiu do transfer ban em 6 de fevereiro foi lidar com um atraso no mercado de transferências a ponto de não contar com reforços importantes para o ano e não ter um goleiro em que a torcida confia.
Cristian Medina, o principal nome, e outros jogadores contratados recentemente, como Edenílson e Ferraresi, até estavam no Nilton Santos na noite do jogo de volta do último mata-mata antes da fase de grupos da Libertado… – Veja mais em https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2026/03/11/eliminacao-do-botafogo-e-o-preco-de-crise-no-gol-e-erros-da-gestao-textor.htm?cmpid=copiaecola

A perspectiva para 2026 continua preocupante porque há, então, a frustração pela eliminação de uma competição que renderia mais dinheiro aos cofres alvinegros — em um contexto de contenção de despesas. Os reforços são mais modestos do que na época em que o time campeão de 2024 foi formado.
E tem outro elemento com resultados imediatos: nenhum dos contratados até agora é um goleiro. Até hoje, o Botafogo sente falta de John.
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Quem fica no gol?
A falha de Léo Linck no jogo de ida e o fato de Neto nem estar sendo relacionado resumem o problema na posição.
Isso já tinha custado as quartas de final do Carioca, contra o Flamengo, e agora volta a atormentar os alvinegros na meta mais cobiçada do semestre
Na véspera do jogo, John Textor disse que esperava que o Botafogo “desse uma surra” no Barcelona e que os jogadores não estavam preocupados com a disputa na Justiça envolvendo o controle da Eagle.
Só que a briga lá é justamente o que traz à tona a falta de recursos cá. Textor perdeu o controle do antigo caixa único, que fazia transitar dinheiro (e dívidas) entre Botafogo e Lyon.
Mesmo alegando que o clube francês tem uma bolada milionária a repassar ao Botafogo, a grana não aparece, o que estrangula ainda mais a situação financeira alvinegro
Foi daí que apareceu o transfer ban, cuja origem é a dívida por Thiago Almada, e o aumento de preocupação com outros compromissos não pagos.
O que deu errado no jogo decisivo
Inclusive, Almada e o time de 2024 se tornam um capítulo mais distante para o Botafogo. E o jogo contra o Barcelona também aponta isso. Aquele time intenso, criativo e avassalador ficou na lembrança…